A DPM presta um serviço certificado ISO 9001 de Prevenção e Tratamento da Legionella, de acordo com os requisitos da Lei 52/2018
Avaliação de Risco
Identificação exaustiva de todos os equipamentos, redes e sistemas de risco de proliferação e disseminação de Legionella
Tipologia, dimensão e antiguidade dos equipamentos, redes e sistemas
Caracterização da disposição física e interação com o meio circundante
Natureza da atividade desenvolvida e grau de utilização dos espaços
Regime de funcionamento dos equipamentos de risco
Suscetibilidade da população utilizadora
Verificação de Planos de prevenção, manutenção e controlo existentes face aos requisitos da Lei 52/2018 e sua regulamentação
Identificação das acções correctivas e melhorias para cumprimento da legislação e minimização do risco de proliferação e disseminação de Legionella.
Auditoria
Avaliação do estado de conservação dos equipamentos
Identificação de não conformidades construtivas, de instalação ou de localização,
Avaliação da adequação do Plano de Prevenção e Controlo de Legionella em vigor
Plano de Prevenção e Controlo de Legionella
Elaboração do Plano com base na avaliação de risco
Elaboração do Manual de procedimentos
Auditorias de seguimento da implementação do plano
Tratamento de águas, limpeza e desinfecção de equipamentos, redes e sistemas
”Doença do Legionário”: o que é?
A “Doença do Legionário”, ou Legionelose, é uma doença causada por uma bactéria, a Legionella, em que a infecção pode ter origem na inalação de aerossóis (pequeníssimas gotículas de água dispersas no ar), contendo formas viáveis de Legionella. Os sintomas apresentados são similares aos de uma gripe. A forma mais grave resulta numa pneumonia aguda, podendo mesmo ser fatal. A nível europeu, o estudo da desta doença está a cargo do European Working Group on Legionella Infections (EWGLI), que tem por objectivo identificar os casos de Legionelose associados a viagens pela Europa, e detectar as epidemias e focos da Doença do Legionário.
Legionella: Onde surge?
A Legionella tem o seu habitat permanente e generalizado na natureza, independente da estação do ano, multiplicando-se massivamente quando se conjugam determinadas condições. Os hotéis podem ser um foco de contaminação (quartos desocupados, águas quentes, circulação reduzida de águas, …), os hospitais (vapores dos duches, humidificadores de ar, águas quentes…) e também indústrias com utilização de águas em transferência de calor com formação de aerossóis, humidificação ambiente, tuneis de lavagens, rede de incêndio, Torres de arrefecimento e condensadores evaporativos, entre outros. Pode inclusivé ter origem nos repuxos de água que embelezam as nossas cidades, jardins e centros comerciais, e que no Verão reúnem as condições óptimas para a multiplicação destas bactérias, caso as águas não sejam convenientemente tratadas e os equipamentos e redes bem conservados e sem corrosão.
